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Não têm filhos? Não quer hormônios? Saiba os DIUs mais indicados.

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Os DIUs sem hormônios, geralmente de cobre, foram desenvolvidos na década de 70 e evoluíram muito com o decorrer do tempo. Todos têm como característica a alta eficácia e a praticidade, ou seja, coloque e esqueça .  A usuária não precisa ficar se preocupando com tomadas diárias das pílulas, com interação medicamentosa, com efeitos de hormônios, com aumento de peso, etc. O DIU está colocado e pronto. Têm longa duração e exigem uma manutenção mínima, com revisões anuais, exceto no primeiro ano de uso.  Devido a estas qualidades os DIUs de cobre têm sido cada vez mais indicados pelos médicos e procurados por mulheres que não têm filhos (nulíparas) que querem um método eficaz e que não contenha hormônios.  No entanto, existem vários modelos de DIU de cobre. Qual o melhor para as essas mulheres? No Brasil nós temos disponíveis os dispositivos intra-uterinos mais utilizados no mundo. Vejamos: Da esquerda para direita: Ômega/Optima/Andalan Comfort 375 Normal; Ômega/ Optima/And...

O implante anticoncepcional é caro?

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Que o Implanon® é o método mais eficaz entre todos muita gente já sabe. Que ele dura três anos também. Que é prático, nem se fala. Lembremos também que este implante libera pequenas quantidades de um tipo de progesterona (etonorgestrel) diretamente na corrente sanguínea e, portanto, não aumenta o risco de trombose venosa como as pílulas combinadas. Pode ser usado em obesas, em mulheres que já tiveram trombose, em fumantes e hipertensas. Muito indicado em mulheres que sofrem com enxaqueca com aura e que, portanto, têm contraindicação para pílulas combinadas. No entanto, o implante contraceptivo não é coberto pelos planos de saúde. Aí vem a questão: É caro? Levantamento do preço do implante + a inserção pelo médico verificou-se que o total fica em média entre R$ 1000,00 e R$ 1500,00. Isto significa um gasto entre R$ 0,91 a R$ 1,36 por dia, aos preços de fevereiro de 2017. Ou seja: menos que um cafezinho por dia. Resumindo: é barato .   Palavras-chave: Implante, progester...

O uso de antibióticos afeta a eficácia da pílula anticoncepcional?

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Esta é uma das dúvidas mais frequentes no dia-a-dia do ginecologista. Muito já se falou e se escreveu sobre os possíveis malefícios do uso concomitante de tetraciclinas, penicilinas, amoxicilinas e outros antimicrobianos com a pílula anticoncepcional. Hoje sabemos que o único antibiótico que efetivamente tira o efeito dos anticoncepcionais é a RIFAMPICINA .   Este antibiótico é de uso restrito, principalmente em casos de tuberculose e hanseníase. No entanto, existem fórmulas em spray para machucados, que devem ser evitados. Outro medicamento que pode afetar a ação das pílulas é a GRISEOFULVINA , que é um antifúngico, e não antibiótico. É utilizado para micoses de unha e pele. Além dos dois citados acima, outros medicamentos também podem diminuir a eficácia da pílula. De um modo geral são anticonvulsivantes usados na epilepsia e disritmia cerebral: · Fenitoína (Hidantal®) · Barbitúricos (Gardenal®) · Carbamazepina (Tegretol®) · Primidona (Primid ) E o (antidepressivo natural): ...

Entenda melhor sobre trombose e o uso de pílula

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Há algum tempo tem sido debatida exaustivamente nas redes sociais a questão do risco de trombose com o uso de pílulas anticoncepcionais. Depoimentos de dramas pessoais são expostos com destaque na mídia eletrônica. Casos realmente tristes e comoventes. Só quem vivencia essas situações pode nos dizer o sofrimento de cada um. No entanto, a ciência não pode apenas lidar com as emoções. É preciso analisar com profundidade todos os aspectos da questão. É importante tentar esclarecer as dúvidas que existem a respeito do uso de pílulas e o risco de trombose. Primeiramente, devemos esclarecer que existem pílulas e “pílulas”. Elas não são iguais. Existem pílulas COMBINADAS e as MINIPÍLULAS. As combinadas têm dois hormônios: similares do estrogênio e da progesterona, naturais da mulher. As minipílulas só têm na composição um , similar da progesterona. MINIPÍLULA PÍLULA COMBINADA Pois bem. O risco de trombose venosa só é maior nas PÍLULAS COMBINADAS, que são a maior parte das pílulas usadas em t...

“Ferida”do colo do útero

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O que é “ferida”do colo do útero? O colo do útero é a parte do mesmo que está situado no fundo da vagina. É a ponta do útero, como se fosse a ponta de uma pera. Através dele passa o canal cervical, que comunica o interior do corpo do útero (cavidade uterina) com a vagina. É por onde passa o sangue menstrual, e no parto normal, por onde passa o bebê. O canal cervical tem uma saída do lado da vagina e outra do lado de dentro da cavidade uterina. Elas são chamadas de orifícios externo e interno, respectivamente. A chamada “ferida” do colo do útero é chamada de ectopia pelos médicos e significa apenas a saída do epitélio (tecido) que recobre o canal cervical para fora do orifício externo do colo, substituindo parte do epitélio natural do colo uterino. Este epitélio do canal é formado por tecido glandular e é rugoso e avermelhado, ao contrário do epitélio do colo uterino, que é liso e róseo, daí seu nome popular de “ferida”. Em realidade esta ectopia não é uma doença e sim a presença de ...

RISCOS DA GRAVIDEZ ACIMA DOS 35 ANOS: UM ALERTA !

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Um dos fatores que os casais devem levar em conta ao planejar uma gravidez é a idade da futura mamãe. O passar do tempo pode elevar gradualmente os riscos, principalmente da Síndrome de Down no bebê e também da diminuição da fertilidade da mulher. Vejam nesta tabela o aumento do risco da Síndrome de Down*: Faixa etária Risco 20 1/1527 25 1/1352 30 1/895 35 1/280 40 1/97 42 1/55 44 1/30 *Snidjers and al. Vejam acima que o risco sobe exponencialmente com o passar da idade, sendo que na faixa de 44 anos em cada 30 gravidezes nascerá um bebê com Síndrome de Down . É um risco muito grande.     Na figura abaixo vemos a diminuição da fertilidade de acordo com a idade.   Pode-se notar que a fertilidade é estável até lá pelos 35 anos de idade. Depois vai decrescendo rapidamente. Portanto, ao planejar uma gravidez não deixar de levar em conta o risco de Síndrome de Down e a diminuição da fertilidade em mul...